Boletim Foto Cine Clube

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e nuito� outro�

Kodaktrouxeos flashesBalearparao Brasil.

Precisaser muitofot�gs:afo paraentendera import�ncia dessa noticia.
A Kodak sempre se preocupou em manter um atendimento t�cnico e um estoque de pe�as de reposi��o de primeira linha.
Dessa vez ela importou os flashes Balear. Vai ser a primeira vez que se acende um flash realmente profissional nesse pa�s.
Os flashes Balear s�o muito resistentes leves e facilmente

desmontaves.

Do conjunto fazem parte as

sombrinhas refletoras idealizadas por

Mr. Balli fundador da Balear. Elas s�o

feitas especialmente para uso

fotogr�fico com medidas rigorosamente

controladas e material de alta qualidade

IE protegido contra corros�o. Veja abaixo mais algumas especifica��es t�cnicas sobre o conjunto Balear T-1005 e depois v�

conhec�-lo pessoalmente K d k

nos revendedores Kodak.

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Gerador Cabeca de luzes 4 l�m.padas de 40 w 1 20 v. (2-250 w 120 v. halog�neas) L�mpada de quartzo Monop� (3 metros) Refletor R 65 Sombrinha metalizada Projetor de l�mpadas Fio de 75 metros (C.A.) Adaptador para sincroniza��o

(35 cm) .

Especifica��es

Pot�ncia: 300 600 e 1200 watts/segundo

Tempo para recarga : 05 seg (300 w/s)

09 seg (600 w /s) 19 seg (1200 w/s)

Controle de wattagem : manual por bot�o

seletor



Corrente el�trica : alternada 110/220 volts
50 / 60 Hz (ou 2 x 250 + 2 x 40 w = 580

watts) e uma l�mpada central de quartzo
Dura��o das l�mpadas : 40 w = 400 horas

250 w ;= 2000 horas

Plugs para cabe�as de luz secund�rias .

Acess�rios

Projetor SP- 5 (spot) para efeitos especiais composi��o de fundos e retroproje��o .

Fornecido com jogo de sete lent es/ m�sca -

ras especiais .



Proj eta transpar�ncias m�scaras obj etos

coloridos etc . Lente de proje��o 105 mm

f .1.8 Elliptar Opcional.

Lanterna lapiseira para iluminar interior de

caixas displays tubos etc .

Maleta especial : para 2 flashes T- 1005

completos. com rodas para facilitar trans -

porte .

Sombrinhas : transl�cida e opaca .

E mais : variador de l�mpada modeladora

refletores quebra-luzes difusores filtros

coloridos foto c�lulas l�mpadas ultravio -

leta cabos de extens�o e de sincroniza ��o.

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I'

''

ESTE�O TAMANHO tIATURAL DA OM-1 .

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ESTE� O TAMANHO . DAS OUTRAS .

Esta35mm.SLR� 1/3 menore mais�levedo que
a que voc�usa.Tem38 objetivas2. 80 pe�asde
equipamentoF.azmicroe macrofotografia.

� o sistemaOlympusOM-1.

Quem n�o acreditava que a Oiympus fosse al�m das c�maras

da tipo enquadre e dispare para amadores dominicais

vai levar um susto completo : a Olympus est� entrando em

cena no mercado com o menor e mais leve sistema 35 mm

SLRdo munda. Chamar esta nov�ssima c�mara de sistema n�o �

for�a de express�o. Mas � o que merece uma m�quina que

a pa rece com nada mais nada menos do que 280 pe�as de

equipamen to. Desde a objetiva de 8 mm at� o tele de

1 .200 mm. Incluindo algumas fa�anhas de mec�nica

.de precis�o e �tica que voc� desconhecia at� agoro. O peso

por exemplo que � 35% menor do que qualquer m�quina SLR.Ou o desenho especial do obturador

l'.::iii

que elimino o ru�do e reduz poro 50% o vibro��o no (

hora do disp ar o mesmo em velocidades baixos.

V� � uma boa loja de foto e sinto um prazer

muito raro: experimentar o Olympus OM-1. Testar a

clareza e luminosidade de suas 38 objetivos

interbo mbi�veis �tica mente impec�veis. Ver como funciono a sistema Olympus de telas intercambi�veis
de foca liza��o. Como o OM-1 conseguiu eliminar a pr�tico antigo de reajustar o
pentaprisma a cada novo a juste de foco. E como elo cr iou um visor 50% maior
poro voc� enquadrar melhor a imagem. Como a bateria de lentes � capaz de aproveito r a imagem refletido
20% mais do que os outros. V� conhecer a c�mara mais in�dito desde que surgiu
o primeiro m�quina reflex 35 mm. Mesmo que voc� n�o tenho dinheiro suficiente poro comprar o sistema todo. Antes de mais nodo o sistema OM.1 foi criado paro fotografo profissionais
que t�m mania de perfei��o.

SISTEMA OLVMPUS OM-1

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vol. XVI
.JUTHO-SETEl\1RRO CAPA: DOTTT Foto de: MARCEL GIR� -

/1973 FCCB AFIAP

192

REVISTA DE FOTOGRAFIA & CINEMA
�rg�o oficial do FOTO-CINE CLUBE BANDEIRANTE
e da CONFEDERA��O BRASILEIRA DE FOTOGRAFIA E CINEMA

Diretor Respons�vel
Dr . Eduardo Salvatore

Diretor de Reda��o

Pl�nio Silveira Mendes

Administra��o e Publicidade

1

L. Martins

R. B. Itapetininga 273 7. 0 cj. H Te!. 36-0224

7 A NOTA DO M�S 8 CLUBISMO (Odette Muto) 13 HOLOGRAFIA - Um novo meio de comunica��o 19 APROVEITE MELHOR SUAS F�RIAS 23 CINEMA DE ANIMA��O - DESENHO ANIMADO - II
(Alvaro H. Gon�alves) 25 HIST�RIA DA IND�STRIA FOTOGRAFICA BRITA-
NICA (David Morgan) 29 PORTUGAL E O TURISMO 32 O FLASH BRASILEIRO

BANDEIRANTE EM FOCO PAGINA DA C.B.F.C. PELOS CLUBES NOVIDADES DA IND�STRIA NOTICIAS VARIAS

FOTOGRAFICA

O FOTO -CINE CLUBE BANDEIRANTE e a CONFEDERA��O BRASILEIRA DE FOTOGRAFIA E CINEMA receber�o com prazer colabora��o para esta revista sendo que as opini�es expendidas em artigos assinados correm por conta do autor. T�da correspond�ncia dever� ~er enviada para a

REDA��O : Rua Avanhandava 316 Fone 256-0101 Caixa Postai 8861 S�O PAULO - BRASIL



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JULHO-SETEMBRO/1973

Profissionais e amadores altamente qualificados do Rio de Janeiro e de S�o Paulo lan�aram-se recentemente � organiza��o de uma PHOTO-GALERIA com a finalidade de expor e vender fotografias ao p�blico.
De fato. a receptividade p�blica � fotografia � muito grande e aumenta dia a dia mas ainda n�o se criou entre n�s o h�bito de se adquirir obras fotogr�ficas como se adquire. por exemplo gravuras desenhos xilografias pinturas. etc. Entretanto tal como todas as demais artes a fotografia � uma forma de express�o e comunica��o visual. � IMAGEM que transmite algo a ser captado pelo observador de acordo com a sua sensibilidade. Como as demais artes tem hist�ria t�cnica estilos e movimentos est�ticos pr�prios que definem �pocas ora se aproximando dos movimentos em outras artes ora caminhando paralelamente com eles e n�o raro se antecipando. O fato � que a fotografia vem cada vez mais marcando a sua presen�a no contexto da comunica��o visual. cada vez mais adquirindo import�ncia figurando i� no acervo dos grandes Museus que cada vez mais se abrem � fotografia.
Galerias fotogr�ficas n�o s�o novidade em Nova Iorque Paris. Londres e outras grandes cidades americanas ou europ�ias. onde o mercado consumidor da obra fotogr�fica � bastante grande e promissor baseado no mesmo princ�pio do da gravura etc.: c�pias colocadas � venda em tiragem limitada numeradas e autografadas pelo autor. A Photo-Galeria em organiza��o entre n�s adotar� esses mesmos princ�pios e nela encontrar� �o p�blico em exposi��es rotativas e port-folios permanentes as obras dos nossos maiores fot�grafos profissionais ou amadores procurando criar tamb�m entre n�s no p�blico o h�bito de adquirir fotografias.
Os organizadores da Galeria se prop�em portanto a enfrentar e vencer de in�cio esse verdadeiro tab�. Oxal�. tenham pleno �xito e aqui estamos para apoi�los e incentiv�-los formulando-lhes votos de pleno sucesso.
7

CLUBISMO

ODETTE MUTTO
A necessidade do homem se unir em grupos � t�o antiga quanto o pr�prio homem. Clubismo como n�s conhecemos hoje � o resultado de buscas infind�veis que os seres humanos v�m efetuando atrav�s dos tempos no sentido de se juntarem em tor� no de ideais comuns sem objetivo lucrativo monet�rio. Atualmente n�o ignoramos

que clubismo � um fen�meno social atuante. Os clubes desenvolvendo programas esportivos ou intelectuais contribuem para queo indiv�duo mostre espont�neamente aque-
la parte mais oculta de sua personalidade
muitas vezes dif�cil de ser vista at� pelos psiquiatras. Especificamente falando nos. clubes fotogr�ficos onde as atividades s�o uma mistura de c�rebro-esporte o retrato psicol�gico que cada associado exibe de si mesmo � quase completo . Este fato � muito importante porque libera tens�es desejos d�vidas etc. acumulados diariamente.
A descoberta de novos talentos � tamb�m um ponto b�sico na vida club�stica. As programa��es competitivas internas ou inter-clubes sempre acabam revelando valores at� aqui desconhecidos. A linha quesepara o amadorismo do profissionalismo
nas esferas onde ambos podem coexistir �-
automaticamente rompida no conv�vio entre s�cios de clubes. Aqui o amador j� n�o � encarado como aquele que sabe fazer mais ou menos determinado trabalho nem . o profissional � aquele que aufere lucros das:

8

FOTQ.CINE

Cr uzando a rua'' por� lerey Reiclunaun - FCCB

tarefas executadas. Dentro de um clube todos os associados devem gozar da mesma atmosfera de respeito coopera��o competi��o. � �bvio que � dentro de qualquer comunidade sempre h� os que se sobressaem mais gra�as �s suas qualidades intr�nseca~: intelig�ncia capacidade for�a de vontade. Mas nem por isto eles merecem um tratamento diferente daqueles que jamais conseguir�o sair do lugar-comum. Porque clube � camaradagem toler�ncia vis�o longa e ampla reduto onde os associados todos indistintamente possam se sentir � vontade e valorizados.
O clubismo n�o valoriza apenas o trabalho do indiv�duo mas principalmente a sua pessoa. O esfor�o do homem em _produzir alguma coisa mai~ al�m de sua atividade remunerada di�ria quer no campo esporlivo quer no campo intelectual merece todo _ apoio e considera��o que em regra geral os clubes t�o bem sabem dar.
Tamb�m no terreno da conquista cient�fica os clubes t�m emprestado valiosa co-

labora��o. Basta citar Santos Dumont que se iniciou em um aero-clube amador e acabou chegando � pai da avia��o para se ter uma id�ia quanto � v�lida nossa afirma��o.
Deixamos para o final destas nossas considera��es sobre clubismo a import�ncia que ele tem no relacionamento humano. Como a vida club�stica est� longe de ter no interesse monet�rio seu principal objetivo ela tem condi��es de oferecer ao indiv�duo oportunidades de se originarem v�nculos amistosos mais s�lidos e duradouros do que aqueles por exemplo que possam surgir no trabalho di�rio de cada um. S� por este fato simples na apar�ncia mas muito complexo na realidade os clubes j� justificam a sua exist�ncia . Clube � um o�sis no deserto de concreto e asfalto que constitui boa parte do mundo atual. � uma pequena �rea verde em meio a polui��o geral que amea�a nos asfixiar. N�o sejamos t�o irrespons�veis a ponto de destru�-la. Afinal o preju�zo ser� nosso mesmo.

JULHO-SETEMBR0/1973

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HOLOGRAFIA
um novo rneio de eomuni ea��o

A XIV Feira de Utilidades Dom�sticas (UD) que se realizou de 3 a 6 de maio p.p. no Parque Anhembi apresentou ao p�blico brasileiro uma forma revolucion�ria de comunica��o.
Esse novo ve�culo de comunica��o com poder de criar uma imagem tridimensional que parece estar em estado s�lido foi exibido pela primeira vez no Brasil ( e segundo em todo o mundo) no estande da Formaespa�o S.A. Constru��es na parte externa da Feira de Utilidades Dom�sticas.
A holografia � dif�cil de ser descrita por palavras; no seu est�gio atual � apenas um embri�o do que est� para acontecer no campo da comunica��o visual. Mas � t�o importante para o nosso tempo e para o nosso futuro quanto foi o telefone em 1876.
A teoria hologr�fica j� existe h� mais de 20 anos. A descoberta foi feita quando o cientista Denni Gabor Pr�mio Nobel de F�sica em 1971 ao trabalhar no aperfei�oamento da imagem de um microsc�pio eletr�nico planejou e ex ecutou uma imagem tridimensional.
Hist�ria da Holografia
Rich ard E. Leavitt acrescentou que ap�s a sua des coberta em 1939 a holografia p erma-
JULHO-SETEMBRO/ 1973

neceu em projeto at� os anos 60 principalmente por n�o haver uma fonte de luz adequada para irradiar luz conexa aderente . Outra exig�ncia � que ela deve ser monocrom�tica (uma s� cor) . O advento do raio laser na d�cada de 60 capaz de produzir luz monocrom�tica e conexa aderente reavivou o interesse pela holografia a ci�ncia dos hologramas . O holograma � em ess�ncia um ve�culo de luz sens�vel capaz de reconstruir uma imagem tridimensional que parece flutuar no espa�o.
Na holografia toma-se uma informa��o complexa do ob-

jeto armazena-se essa informa��o no ve�culo de luz sens�vel de maneira que o holograma seja il uminado com uma fonte de luz adequad a. O ve�culo de luz � ent�o capaz de produzir uma onda da imagem � onda do objeto. Os olhos ao receberem a onda levam -na ao c�rebro onde ela � identificada como um objeto tridimensional aparecendo bem � frente da pessoa como se fosse s�lido . A capacidade de um holograma de armaze nar informa��o sobre a onda de um objeto e produzir uma onda id�ntica quase no mesmo instante � que a faz tridimensional.

Ga sse de Helica Bohunill - Checo5lov�quia
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Estr�ta
Essa nova e empolgante forma visual fez sua estr�ia em uma exposi��o de pedras preciosas na loja Cartier em pleno ar sobre a cal�ada da Quinta Avenida em Nova Iorque. Os cem mil d�lares de an�is e pulseiras de diamantes estavam visualmente suspensos gra�as � exposi��o de uma fotografia laser - um processo chamado holografia . Nessa exposi��o as pedras pareciam estar projetadas atrav�s da vitrina da Cartier . Os visitantes que viam as pedras ti n ham a impress�o de que elas podiam ser tocadas. Suas m�os por�m atravessavam a imagem.
Deis tr�s tipos de hologra�mas dispon�veis (transmiss�o d a imagem virtual proje��o da imagem rea l e r efletiva luz branca) do ti p o prescrito foi uma proje��o da imagem real pois o efeito desejado era s us pender a m�o no 8Spa�o diretamente em frente � vitrina de Cartier na Quinta Aven ida.
A exposi��o atraiu u ma verda deira m u ltid�o � vitr ina d aq u ela l oja es pecialmente � tarde e n o come�o da noite qu ando a vis�o era me l hor. F alou-se da exp osi��o p el o r�dio e a rea��o d o p�blico fo i filma d a . As pessoas te n -

tavam pegar os obje t os que realmente pareciam estar no espa�o em frente ao espectador.
Imag em real
Atualmente existem dois tipos adequados de chapas hologr�ficas. A primeira � chapa de transmiss�o onde a ilumina��o � projetada por tr�s das chapa hologr�fica e a outra � a chapa refletida em que a ilumina��o � projetada pela frente da chapa hologr�fica.
Para maior compreens�o aplicaremos dois tipos de transmiss�o das chapas hologr�ficas produzidas no mo me nt o: por imagem virt u al compreende -se uma cena tridimensional aparecendo por tr�s da chapa hologr�fica da n do ao espectador a impress�o de estar olhando u ma vitri n a; por imagem projetada enten da-se uma cena tridimencional parecendo estar parte atr�s da chapa e parte atrav�s da chapa hologr�fica da n do ao espectador um real envolvimento com a cen a.
Uma pessoa ou um objeto tridime ns ional aparecendo completame nt e em frente � chapa hol ogr�fica env olve totalmente o espec t ador qu e se nt e tornar -se par t e do hol ograma.

Usos
Segundo Richard E. Leavitt. diretor da Holoconcepts Corporation of Am�rica empresa que aperfei�oou a holografia para fins promocionais:. com a utiliza��o do raiolaser. a nova t�cnica de regis t ro e recomposi��o de uma imagem. tridimensional j� est� sendo usada como um revolucion�rio ve�culo de comunica��osocial nas campanhas institucionais das grandes empresas. A Holoconcepts j� est� em condi��es de montar num. prazo de seis semanas displays outdoors e matrizes: para serem exibidas nas vitrinas de lojas.
Embora os usos da holografia sejam incontest�veis em . quase todos os ramos de atividade humana como nos; raios X e na comp u ta��o eletr�nica (poder� multiplicarem v�rias vezes a atual mem�ria dos computadores mais: modernos) � no cam po da comunica��o visual que ela mais: se dese nvolve u at� o mome n to. Richard L eavitt reve l a qu e nos Estados Unidos j� est� . em andamento a transmiss�o de imagens em terceira dimens�o pela TV qu e t ransformar� de ntro de 10 an os. as salas de estar do futuro em. peq uenos teatros de are n a dom�sticos.

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FOTO-CIN&'

GALERIABANDEIRANTE

J O AO MIN H A R R O :FCCB AFIAP � quase um -veterano. Mas sua fotogra.�ia � sempre jovem sempre .atual.
Dotado de grande sensibi1idade Jo�o Minharro em -poucos anos galgou destacada :proje��o nos meios fotogr�fi-cos nacionais e internacionais --conquistando in�meros pr�niios.
Seu tempo � dividido entre sua loja de �tica e o FCCB :ao qual tem servido com rara -dedica��o tendo ocupado v�rios postos diretivos entre os quais no Curso de Fotogra-fia do FCCB o de professor tle pr�tica de laborat�rio. In-tegra tamb�m como um dos representantes do FCCB o -Corpo de Julgadores da �CBFC. J� obteve o t�tulo AFIAP e est� a caminho para .a laurea superior.
Minharro � um exemplo :para todos n�s.
JULHO-SETEMBR0 / 1973

''S u rpreendido''
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''l\l oyin1ento''

Foto s por Jo�o Minh a rro _ FCCB AFIAP

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Dia da Fotografia

Comemorado em todo o mundo a 19 de agosto - data em que no ano ele 1839 foi divulgado em Paris na Academia ele Ciencia s e Artes da Fran�a o invento de Daguerre tamb�m entre n�s foi celehrado com v�rias manifesta��es que integraram a Semana da Fotografia.
Dentre elas destaeamos o tradicional jantar que a Acade m ia Sa nt ist a tle Fotografia faz realizar todos os anos desde a sua funda��o a 15 de agosto de 1963 lembr a ndo n�o s� o seu anivers�rio. como tamb�m a inven��o da fotografia no Brasil por Hercules Florence precisamente a 15 cl~ agosto ele 1832 sete anos portanto de conhecido o processo de

Daguerre. Como se sabe Hercules Florence na atual cidade ele Campina s ent�o Vila de S�o Carlos naquele clia realizou imagens pela a��o ela luz ~olar sobre papel impeegnado com uma solu��o de nitrato de prata atrav�s de uma c�nara escura que ele pr�prio construira e criou o voc�bulo FOTOGRAFIA para definir o seu proeesso voc�Lulo este que somente muitos anos depois do invento de Daguerre passou a se vulgar izar. F lorence abandonou por�m. suas experi�ncias sobre fotografia ao ter not�cia do inYento de Daguer re sete anos depois.
Com o jantar deste ano a Academia Santista ele Fotografia comemorou portanto o seu 10.� Ani

vers�rio motivo ele jubilo para todos quantos acompanham a magn�fica trajet�ria dessa ativa agre-
mia��o. Ao agape estiveram presentes seu Presidente Antenor Corona e secret�rio Alfredo Vasque1 o Dr. Eduardo Salvatore Pres. ela Confedera��o Brasileira de Fotografia e Cinema e sua esposa Estanislau Ganz membro fundador elo Foto-Cine Clube Bandeirante. al�m ele outros diretores associados e alunos do Curso ele Fotografia mantido pe la entidade. Nos clich�s dois momentos
da festividade vendo-se no segundo o Secret�rio Alfredo Vasque~ ao pronunciar palavras alusivas � efem�ride.

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JULHO-SETEMBR0/1973

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Quem sai com uma profissional
n�o quer saber
de outra coisa
na vida.

Elas s�o muito bonitas. Igu ais �s que aparecem no filme Blow Up naquele est�dio que o Antonioni inventou. E � claro iguais �s que est�o nos estudios dos maiores fot�grafos profissionais. Sempre fotografando as mais lindas manecas as mais belas paisagens e os mais novos produtos. As m�quinas Mamiya s�o tr�s profissionais que entendem do assunt o. C 330 Press Super 23 e RB 67 s�o os seus nom es. Elas foto grafam com a luz do sol. com as luzes e refletores de um sofisticado est�dio ou com o tamb�m profissi onal flash eletr�nico Mecablitz 202. Se voc� gosta dos prazeres da foto . saia com uma profissional . � muito excitante.
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Afora a viagem propriamente
dita uma das maiores satisfa��es de uma vi�gem � poder reYiver suas aventm-as e dividir sua experi�ncia com a fam�lia e com os amigos atrav�s de fotografia. Assim sendo se voc� est� planejando agora uma viagem em nosso pr�prio pa�s ou para o estrangeiro � hora tamb�m ele planejar como voc� ir� captar em filmes as vistas e cenas de suas f�rias. Xacla � mais clesapontador elo que descobrir depois de voltar para casa que muitos elos instant�neos que voc� tomou ele locais e ocasi�es que n�o mais se repetir�o n�o sa�ram bons. Para que Isto n�o aconte�a com voc� a Kodak oferece as seguintes sugest�es: se voc� n�o tem usado sua c�mara por algum tempo tire um ou dois rolos de filmes antes de voc� sair para ter certeza ele que a c�mara est� funcionando perfeitamente. :1-Tesmo que voc� esteja comprando uma c�mara nova � interessante que voc� fotografe tamb�m um ou dois rolos ele filmes para que voc� se familiarize com sua

opera��o. Fa�a isto com a devida anteced�ncia para que voc� tenha tempo suficiente para revelar e copiar o filme bem como para fazer os reparos ou ajustes que porventura se fa�am necess�rios. Vel'ifique tamb�m a bolsa e al�a da m�quina.
Em sua viagem mantenha sua c�mara � m�o todo o tempo mesmo no momento ela partida. Para ter um roteiro comp leto de sua viagem tire algumas fotos de sua partida. E durante a viagem ttre fotos impulsivamente (n�o pense duas vezes) pois se voc� esperar talvez nunca mais ter� uma outra oportunidade para tirar esta cena . Pa�ses colo.ridos precisam ser fotografados com filmes coloridos para que sejam registradas as cenas tal qual voc� as viu. � f�cil usar filmes coloridos mesmo que voe� nunca tenha tido expe� ri�ncia com e les: � t�o f�cil quanto usar filme branco e preto.
� aconselh�vel levar um pequeno estoque ele filmes com voc� embora os tamanhos e tipos mais

�l\Ienina ua jane1a por Raul Eitelllcrg - FCCB PSA ��� Hon. EFIAP Hon. BSC ARPS

populares s�o geralmente dispon�veis em todo o mundo. Restri��es de importa ��o e procura excepcional podem todavia causar falta de suprimento. O pre�o dos filmes em outros pa�ses podem tamb�m diferir daqueles que voc� est� acostuITXldo a pagar uma vez que os impostos e outras taxas locais variam de pais para pais . Antes de partir � uma boa id�la verificar com a alf�ndega ou funcion�rios consulares quantos rolos ele filme voc� pode levar consigo para outros pa�ses como turista e se voc� encontraria problemas em remeter filmes n�o revelados de volta para casa para revela��o.

� sempre melhor ter o seu fil -

me revelado o mais depressa pos-

s�vel depois de exposto mas para

viagens de cerca ele duas semanas

de dura��o simplesmente leve o

filme exposto com voc� e revele-o

quando retornar.

Todavia em

�reas tropicais. quentes e �midas

maiores cuidados s�o necess�rios.

Calor e umiclade s�o inimigos do

filme; assim sendo procure man-

ter sua c�mara e filmes em locais

t�o frescos e secos quanto possivel.

Quando terminar um rolo colo-

que-o de volta em seu inv�lucro

ele metal se ele for fornecido com

um. Ent�o revele-o t�o logo voc�

possa.

Uma outra recomenda��o para climas quentes se voc� estiver yiajando ele autom�vel � n�o deixar a c�mara ou filmes debaixo da janela trazeira do carro ou do porta luYas. Estes locais recebem ealor suficiente para estragar o filme. Coloque ambos os filmes expostos e n�o expostos em uma pequena caixa sobre o assoalho do carro onde o sol n�o pode atingi-los. ?11elhor ainda � coloc�-los numa bolsa pendurada na ma�aneta da porta.

Se o clima for extremamente quente e voc� leva filmes em seu earro procure estacionar o carro na sombra. Deixe tamb�m uma pequena abertura nos vidros em cada lado ao inv�s de fechar todas as janelas completamente at� em cima para permitir uma ventila��o. Isto previne que o interior do cano se transforme num ''for no de filmes.

Observando estas pequenas precau��es voc� ser� capaz de voltar de suas f�rias com um jogo de fotos que preservar� a lembran�a de suas f�rias para sempre.

JULHO-SETEMBR/1O973

19

No garimpo a hist�ria � conhecida
- a j�ia est� ali mas escondida
...na YASHICA TL ELECTRO - X
a hist�ria � parecida
Aparentemente a Y AS H I C A T L ELE C T R O - X 1T S � igual a tantas outras c�maras SL R. Mas al� esr.ondidas h� muitas coisas revolucion�rias: O obturador eletr�nicamente controlado para m�xima pre�is�o nos tempos de 2 segundos at� 1/1000 segundos permite selecionar um n�mero infinito de velocidades intermedi�rias . at� 1/278 se f�r necess�rio. A medi��o � feita por um circuito integrado Solid St�te que elimina molas ponteiros galvan�metro enfim tudo o que costuma quebrar. Ela resiste a tudo! Al�'m disso tem contatos de ouro novo tipo de alavanca de transporte corpo de ... Olhe o melhor mesmo � voc� visitar um revendedor para ficar mais por dentro da YASHICA TL ELECTRO-X
YASHICA
Pioneira em c�maras eletr�nicas

ALV ARO HENRIQUES GON�ALVES � FCCB

CINEMA DE ANIMA��O

DESENHO ANIMADO

II

Atrav�s de minuciosa observa��o verificou-se que a intermit�ncia das imagens paradas que se sucedem no tempo precisavam de certa velocidade para darem a ilus�o �tica de movimento cont�nuo.
Assim como padr�o inicial estabeleceu-se um n�mero de 16 quadros ou fotogramas por segundo para permitir uma imagem cont�nua em movimento e isto no tempo do cinema mudo padr�o este ainda adotado para determinado tipo de cinema amador. Entretanto com o advento do cinema sonoro houve necessidade de aumentar-se o n�mero de fotogramas por segundo que ficou sendo o de 24 quadros ou sejam l.440 fotogramas por minuto isto n�o s� para permitir uma qualidade de som razo�vel como para melhorar a imagem �tica que se projeta na tela.
Partindo desse r�tmo a anima��o deve ser movimentada de modo a facilitar a execu��o do exaustivo trabalho a ser desenhado.
Houve tempo em que os desenhos eram executados antes da sonoriza��o o que tornava a anima��o dif�cil de ser calculada precisando-se fazer um c�lculo mental do tempo que seria necess�rio para cada movimento e quantos desenhos deveriam ser feitos para preench�-lo. Por�m hoje em dia o processo foi melhorado como veremos.

Primeiramente � feita a trilha sonora. Ora ocupando o som um determinado per�odo de tempo porque esta � sua condi��o essencial verificamos que se torna f�cil analizar quantos desenhos ou fotogramas ser�o necess�rios preparar para inserir naquele espa�o de som metrificado na respectiva trilha .
Para tanto utilizando-se um movietone e um medidor conjugado faz-se correr a trilha sonora marcando-se cada som vozes ou ruidos ou mesmo m�sicas onde se pretendam acrescentar as imagens. Com esta metrifica��o ter-se-� facilitada a contagem do n�mero de desenhos necess�rios para a anima��o que assim se tornar� mais natural.
Este � o primeiro recurso t�cnico para uma boa produ��o de um filme de anima ��o.
Isto feito seguindo o roteiro do filme temos que nos preocupar com a anima��o propriamente dita. � um trabalho que precisa ser executado com bastante aten��o para n�o se incorrer em discrep�ncias.
Vamos de maneira simples exemplificar alguns movimentos para que possamos entender como n�o � dif�cil fazer um desenho animado.
Fa�amos de conta que um atleta deva correr e saltar uma barreira. Pelo som pre viamente determinado verificamos que o

22

FOTO-CINE

Afrfr P~~~f

1

~ 3 �f

5

6

1'

8 9 .fO

tempo em que o corredor inicia a corrida e executa o salto passa-se exatamente entre 5 segundos. Ora sabendo-se que cada segundo precisa de 24 fotogramas h� que se fotografar 120 imagens paradas desde o in�cio do movimento at� o �ltimo momento do salto para se ter representa��o a a��o completa.
Passando-se � execu��o do trabalho gr�fico temos que verificar na cena de fundo o espa�o que o atleta ir� correr e saltar. Vamos tomar por base mais ou menos dois metros. Marca-se assim no cen�rio o ponto micial da a��o e o �ltimo lugar do movimento.
Isto feito colocam-se os desenhos chaves do primeiro movimento e do �ltimo intercalando-se tantos outros desenhos quantos se fizerem necess�rios para facilitar a sequ�ncia por exemplo: 10 desenhos que demonstrar�o a movimenta��o da figura em a��o (fig. 1).
Ap�s j� com este organograma preparado basta intercalar-se entre cada um dos desenhos chaves o n�mero de desenhos que forem necess�rios para alcan�ar os fotogramas previamente calculados no caso 12 fotogramas ou desenhos entre cada desenho chaves.
A figura 1 nos d� uma id�ia de como se deve proceder na execu��o dos desenhos chave.

� important�ssimo um razo�vel treino de anima��o para os desenhos chaves pois eles constituem a base de todo o desenho animado. Os animadores devem estar bastante familiarizados com todos os tipos de movimenta��o para poderem realizar um bom trabalho nessa arte.
~ �---
Todos os que pretendam iniciar-se nessa fascinante arte de anima

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